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Mercado futuro de algodão pode ter novo contrato até o fim do ano

ALGODÃO05 de Maio de 2014
 

Ideia é que ele seja negociado paralelamente ao atual, operado na Bolsa de Nova York

POR ESTADÃO CONTEÚDO

Membros do setor afirmam que, apesar dos norte-americanos serem os maiores exportadores da commodity, é necessário um contrato internacional porque aqueles negociados nos EUA não necessariamente refletem o mercado global de algodão.

De acordo com Ben Jackson, presidente e diretor de operações da ICE Futures US, a Associação Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) e a Associação Americana de Exportadores de Algodão estão trabalhando conjuntamente no lançamento do contrato.

O contrato global será cotado em centavos de dólar por libra-peso e terá os mesmos meses de entrega que os futuros já negociados em Nova York: março, maio, julho, outubro e dezembro. O tamanho de cada lote será de 55.000 libras-peso.

Os países que poderão entregar o produto para cumprir os futuros incluem Brasil, Estados Unidos, Austrália, Índia, Benin, Burkina Faso, Camarões, Mali e Costa do Marfim. O preço dos contratos terá como base o algodão de origem norte-americana, com prêmios e descontos para a produção cultivada nos demais países.

Traders estimam que a Austrália será um dos países a distribuir algodão com um preço mais elevado que o norte-americano. Já a qualidade da Índia e de países africanos vem sendo questionada, uma vez que nestes lugares o algodão é colhido manualmente, deixando-o mais sujo.

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